Futura promove Cineclube em Paraty, durante a Flip

Publicada em
26 de julho de 2017

Assistir, refletir, debater e compartilhar com os diversos públicos e, especialmente, com a população de Paraty. Essa é a proposta do Cineclube Futura, evento cultural que acontecerá entre 24 e 30 de julho, das 14h às 20h, paralelamente à Feira Literária Internacional de Paraty, a FLIP 2017. O canal, conhecido por conciliar a programação da TV com ações de mobilização social, ocupará, pelo segundo ano consecutivo, a Casa da Música, espaço de educação musical integrado à Casa da Cultura de Paraty. Além da exibição dos documentários e das rodas de conversa, durante a programação também será realizado o “Fórum Juventudes”, que marca o pré-lançamento do projeto Maleta Futura Juventudes. As atividades são gratuitas e a programação completa pode ser conferida abaixo. O Cineclube Futura é uma parceria do Futura, da Casa de Cultura de Paraty, da Revista Pessoa e da Prefeitura de Paraty.

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A lista de documentários selecionados para exibição durante o Cineclube aborda temas como questões de gênero e seus desafios, musicalidade, movimentos feministas, conflitos de origem ética e racial, entre outros. As produções são do Futura, em parceria com jovens universitários e produtoras brasileiras.

“O Cineclube Futura em Paraty tem como principal foco envolver, ouvir e debater, junto com os moradores de Paraty e municípios vizinhos, questões que têm mobilizado a sociedade brasileira. Faz muito sentido, para o Futura, que entende a comunicação como instrumento de transformação social, estar nesse espaço, num momento em que a cidade está em festa, dialogando também com os moradores”, afirma João Alegria, diretor geral do Canal Futura.

Para a abertura da mostra, na segunda, dia 24, foi escolhido o curta “Ser tão resistente”, que conta a história de três mulheres resistentes ao machismo no sertão cearense. Ao longo da semana, serão realizadas outras exibições temáticas seguidas de rodas de conversa, sempre das 14h às 20h, conforme a programação de cada dia. Entre outros títulos que serão exibidos também estão documentários coproduzidos pelo Futura, como “Ouvidores de Vozes” e “#EuVocêTodasNós”, ambos vencedores do 7º Pitching DOC Futura — iniciativa que seleciona e realiza, todos os anos, um projeto de documentário que trate de temas provocativos, com abordagens inusitadas.

 

Fórum Juventudes e pré-lançamento Maleta Futura Juventudes

Na quinta-feira, 27 de julho, será realizado o Fórum Juventudes, que acontecerá às 15h, e levantará questões relativas aos jovens e seus direitos previstos no Estatuto da Juventude. “Para o Futura, não existe falar do jovem, mas falar com o jovem”, completa João Alegria. Em seguida, haverá o pré-lançamento da Maleta Futura Juventudes, projeto de mobilização social que visa contribuir com o desenvolvimento integral de jovens junto com instituições, coletivos e escolas. Com foco na juventude, a iniciativa desenvolve subsídios para fortalecimento de ações de protagonismo juvenil a partir do olhar e perspectiva do jovem de diferentes territórios e identidades culturais.

A Maleta Futura é uma seleção de material audiovisual, textos e propostas interativas. O conteúdo educativo será enviado a ONGs, universidades e outras organizações que trabalham com formação de educadores; universidades parceiras do Canal Futura; redes públicas de ensino; instituições públicas de Assistência Social e organizações voltadas para jovens.

O Futura é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho em parceria com a Confederação Nacional da Indústria, Sistema Fecomercio RJ, Sesc RJ e Senac RJ, FIESP, Fundação Bradesco, Itaú Social, Rede Globo e Grupo Votorantim.

 

Programação do Cineclube

24/07- Segunda-feira

16h – Universo Particular – Gênero

  • “Ser tão resistente”, de Roger Pires – Três mulheres resistem ao machismo no sertão cearense. Isabel não havia concluído os estudos, mas recentemente até passou no ENEM. Faz poesias e dança forró nos finais de semana. Larissa é uma jovem quilombola que quer conhecer o mundo e estuda para trazer mais sustentabilidade ao lugar onde vive. Raimunda Inês ocupou e conquistou a terra em que mora. Concilia a liderança política com a criação de galinhas e a plantação no próprio quintal.
  • “Arrasa, Manx”, de Sofia Amaral – Com o foco em apresentar um retrato da juventude LGBT da periferia de São Paulo será exibido na faixa de “Curtas” o documentário “Arrasa Manx” que é uma coprodução entre o Canal Futura e a Agência pública de Reportagem e Jornalismo Investigativo.
  • “Nóia”, de Sofia Amaral – Um mergulho no universo da Cracolândia, em São Paulo a partir do programa “De Braços Abertos”. Implantado pela prefeitura de São Paulo em 2014, o programa atende usuários de crack oferecendo alimentação, moradia e trabalho remunerado.
  • “Entrevista – MC Linn da Quebrada” – A temporada da série Entrevista fala de “Cultura, questões étnico-raciais e juventudes”. Neste episódio, a apresentadora Djamila Ribeiro, feminista e mestre em filosofia, recebe a performer e terrorista de gênero MC Linn da Quebrada.

 

18h – Africanidades I

  • “Minha Rua: Flavia Pinto”, de Katia Lund e Paulo Lins – Socióloga, ativista do Movimento Negro e defensora dos direitos humanos e da liberdade religiosa, Flavia é mãe de santo dentro da religião umbanda desde os 23 anos.
  • “Diz aí: EEJN – contextualização” – O objetivo é fomentar reflexões e trazer experiências que contribuam para o combate à violência e diminuição das altas taxas de homicídio que vitimizam os jovens brasileiros, sobretudo, os jovens negros. Esta nova leva de programas, em parceria com a Querô Filmes, conta com participação de grupos do Pará, Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro.
  • “Heróis de Todo Mundo: Bispo do Rosário”, de Luiz Antônio Pilar – Artista plástico sergipano, ficou famoso por bordados, colagens e esculturas que criou nos manicômios em que viveu. Ele desfiava os uniformes azuis dos internos e usava os cobertores e casacos como tela. Suas obras ganharam o mundo, em exposições nas mais consagradas galerias e bienais. Bispo é interpretado pelo ator Wilson Rabelo.
  • “Heróis de Todo Mundo: Lima Barreto, de Luiz Antônio Pilar – Os episódios da série ‘Heróis de Todo Mundo’ resgatam a história e a contribuição dos heróis do povo para a cultura afro-brasileira. A série integra o projeto social A Cor da Cultura.

 

20h –Sessão da Noite

  • “Não saia hoje”, de Susanna Lira – “Não saia hoje” é um conselho que várias mães disseram aos seus filhos em maio de 2006. Infelizmente, muitos deles precisaram sair de casa e elas não puderam protegê-los da violência dos chamados Crimes de Maio.

  

 

25/07 – Terça-feira

16h – Territórios em Trânsito I

  • “Juventude Coletiva” – O filme discute o papel desempenhado pela juventude no desenvolvimento de seus territórios e na formação de alternativas culturais em lugares que não são vistos como polos de produção de cultural.
  • “Diz aí: Identidade Amazônida – Jovens das cidades da Amazônia discutem a identidade através da religião, da sexualidade, das questões de gênero e até pelo modo de se vestir. Neste episódio, vemos que ser jovem na Amazônia é ser diverso.
  • “Diz Aí Fronteiras II: Fronteiras do Preconceito” – As diferentes formas de preconceito sofridas pelos jovens, seja pela cor da pele, estética, opção sexual ou estilo de vida. Como os cidadãos fronteiriços são tratados pela população das regiões centrais de seus países. Os preconceitos sofridos pelos jovens e os modos como são representados pela sociedade e pela mídia.
  • Entrevista – Ana Paula Lisboa” – A temporada da série Entrevista fala de “Cultura, questões étnico-raciais e juventudes”. Neste episódio, a apresentadora Djamila Ribeiro, feminista e mestre em filosofia, recebe a escritora e colunista Ana Paula Lisboa.

 

18h – Universo Particular – Musicalidade

  • “Show Mambembe: João Cavalcanti” – Embalado pelo acordeon do parceiro Marcelo Caldi, João Cavalcanti apresenta canções autorais em Laranjeiras. Música, palavra e cultura da favela são temas do episódio.
  • “Show Mambembe: Filipe Ret” – circula pelo asfalto e pelas favelas do Catete, bairro importante para o RAP carioca. Ele encontra parceiros e fala sobre suas inspirações. Airá O Crespo mostra a arte do grafite.
  • “Música Nômade”, de Juliana Cavalcanti – A música é o elemento que une os argentinos Atilio Piñero, Gabriela Rivero e Alan Bonafine. O documentário conta a história da banda La Seca Musica Nómade, criada há 22 anos por Atilio Piñero, que cansado da indústria musical decidiu abandonar tudo e se apresentar nas ruas, bares e praças das cidades pelas quais passava.
  • “Rádio Caiçara”, de Dafne Capella  – Na próxima quinta-feira, dia 16, o Sala de Notícias exibe o documentário Rádio Caiçara, que conta a história de Zaqueu, cego desde a infância, construiu a rádio Caiçara, única frequência que fala aos moradores do paraíso isolado da Praia do Sono, no Rio de Janeiro.

 

20h – Sessão da Noite

  • Ouvidores de Vozes”, de Bruno Tarpani  – Isabel, Reginaldo e Marlene escutam vozes e têm seu dia a dia retratado no documentário Ouvidores de Vozes. Vencedor do Pitching Doc Futura de 2016, o filme coloca em discussão o tratamento psiquiátrico no sistema de saúde do país através da trajetória de seus personagens, passando desde o diagnóstico médico, até por crenças religiosas e isolamento social.

 

26/07 – Quarta-feira

16h – Africanidades II

  • “Intolerância da fé”, de Alexandre Borges, Fernando de Sousa e Taís Capelini – A partir do depoimento de pesquisadores, lideranças religiosas e praticantes de religiões afro brasileiras, Intolerâncias da Fé pretende retratar os conflitos religiosos ocorridos no espaço público e problematizar o tratamento conferido a estes conflitos pela sociedade e por instituições como a escola e a polícia.
  • Mojubá: fé” e Mojubá: Ciência e Tecnologia.

 

18h – Territórios em Trânsito II

  • “Mulheres na Lama”, de Francisco Bezerra – A obra enfoca a temática Educação Popular, a qual promove discussões em torno da Diversidade e Invisibilidade Cultural, Gênero, Negritude e Trabalho.
  • A Cor Laranja”, de Karina de Abreu e Pedro Cavalcante – Em 05 de novembro de 2015 o Rio Doce anoiteceu tingido de laranja. Deu lugar, agora, a outro rio, amargo, com gosto de ferro, chumbo e manganês. Ficaram as memórias e a saudade.
  • “O Lar que nos Habita”, de Luiza Caricati – A realidade de quatro moradores em situação de rua a partir dos objetos do ambiente em que vivem, num contexto em que o ser humano é o verdadeiro objeto descartável.
  • “Entrevista: Juventude Indígena/ Célia Xakriabá – A temporada da série Entrevista fala de “Cultura, questões étnico-raciais e juventudes”. Neste episódio, a apresentadora Djamila Ribeiro, feminista e mestre em filosofia, recebe a representante da Rede de Juventude Indígena Célia Xakriabá.
  • “Trindadeiros, 30 anos depois

 

20h – Sessão da Noite

  • “#EuVocêTodasNós”, de Ellen Paes – O filme mostra o crescimento do feminismo com a utilização da internet e, principalmente, das redes sociais para mobilizar e sensibilizar pessoas em torno de causas da mulher. Dirigido pela jornalista e ativista feminista negra Ellen Paes e pelo cineasta Rafael Figueiredo, o doc apresenta histórias de diferentes mulheres com diferentes visões do movimento e o engajamento com o ciberativismo.

 

27/07 – Quinta-feira

14h – Universo Particular – Gênero

 

  • “Arrasa, Manx”, de Sofia Amaral – Com o foco em apresentar um retrato da juventude LGBT da periferia de São Paulo será exibido na faixa de “Curtas” o documentário “Arrasa Manx” que é uma coprodução entre o Canal Futura e a Agência Pública de Reportagem e Jornalismo Investigativo.
  • “Nóia”, de Sofia Amaral – Um mergulho no universo da Cracolândia, em São Paulo a partir do programa “De Braços Abertos”. Implantado pela prefeitura de São Paulo em 2014, o programa atende usuários de crack oferecendo alimentação, moradia e trabalho remunerado.

 

15h – Fórum Juventudes: Pré-lançamento da Maleta Futura Juventudes

 

18h – Universo Particular – Gênero

 

  • “Ser tão resistente”, de Roger Pires – Três mulheres resistem ao machismo no sertão cearense. Isabel não havia concluído os estudos, mas recentemente até passou no ENEM. Faz poesias e dança forró nos finais de semana. Larissa é uma jovem quilombola que quer conhecer o mundo e estuda para trazer mais sustentabilidade ao lugar onde vive. Raimunda Inês ocupou e conquistou a terra em que mora. Concilia a liderança política com a criação de galinhas e a plantação no próprio quintal.
  • “Arrasa, Manx”, de Sofia Amaral – Com o foco em apresentar um retrato da juventude LGBT da periferia de São Paulo será exibido na faixa de “Curtas” o documentário “Arrasa Manx” que é uma coprodução entre o Canal Futura e a Agência pública de Reportagem e Jornalismo Investigativo.
  • “Nóia”, de Sofia Amaral – Um mergulho no universo da Cracolândia, em São Paulo a partir do programa “De Braços Abertos”. Implantado pela prefeitura de São Paulo em 2014, o programa atende usuários de crack oferecendo alimentação, moradia e trabalho remunerado.
  • “Entrevista – MC Linn da Quebrada”- A temporada da série Entrevista fala de “Cultura, questões étnico-raciais e juventudes”. Neste episódio, a apresentadora Djamila Ribeiro, feminista e mestre em filosofia, recebe a performer e terrorista de gênero MC Linn da Quebrada.

 

20h – Sessão da Noite

 

  • “#EuVocêTodasNós”, de Ellen Paes – O filme mostra o crescimento do feminismo com a utilização da internet e, principalmente, das redes sociais para mobilizar e sensibilizar pessoas em torno de causas da mulher. Dirigido pela jornalista e ativista feminista negra Ellen Paes e pelo cineasta Rafael Figueiredo, o doc apresenta histórias de diferentes mulheres com diferentes visões do movimento e o engajamento com o ciberativismo.

 

28/07 – Sexta-feira

14h – Revista Pessoa: Derrota, Arte e Loucura – Diálogos com Lima Barreto

Bate-papo com Ana Kiffer, Djaimilia Pereira de Almeida e Lucrecia Zappi. Encontro mediado por Sylvia Colombo

 

16h – Africanidades I

 

  • “Minha Rua: Flavia Pinto”, de Katia Lund e Paulo Lins – Socióloga, ativista do Movimento Negro e defensora dos direitos humanos e da liberdade religiosa, Flavia é mãe de santo dentro da religião umbanda desde os 23 anos.
  • “Diz aí: EEJN – contextualização” – O objetivo é fomentar reflexões e trazer experiências que contribuam para o combate à violência e diminuição das altas taxas de homicídio que vitimizam os jovens brasileiros, sobretudo, os jovens negros. Esta nova leva de programas, em parceria com a Querô Filmes, conta com participação de grupos do Pará, Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro.
  • “Heróis de Todo Mundo: Bispo do Rosário”, de Luiz Antônio Pilar – Artista plástico sergipano, ficou famoso por bordados, colagens e esculturas que criou nos manicômios em que viveu. Ele desfiava os uniformes azuis dos internos e usava os cobertores e casacos como tela. Suas obras ganharam o mundo, em exposições nas mais consagradas galerias e bienais. Bispo é interpretado pelo ator Wilson Rabelo.
  • “Heróis de Todo Mundo: Lima Barreto, de Luiz Antônio Pilar – Os episódios da série ‘Heróis de Todo Mundo’ resgatam a história e a contribuição dos heróis do povo para a cultura afro-brasileira. A série integra o projeto social A Cor da Cultura.

 

18h – Velho Mundo Novo

 

  • Os pioneiros da realidade virtual”, de Marcos Ferreira – O documentário apresenta as virtudes e dificuldades de se inovar no país e apresenta as possibilidades que a realidade virtual traz para o público.
  • Ocupa Educação” – No dia 03 de maio de 2016, na semana seguinte a votação do Congresso pela abertura do processo de impeachment, os estudantes ocuparam a Plenária da Assembleia Legislativa de São Paulo, a ALESP. Eles exigiam a abertura imediata de uma CPI para investigar a Máfia da Merenda, noticiada desde janeiro.
  • Prepara”, de Muriel Alves – É um documentário que aborda a inclusão de travestis, transexuais, transgêneros e outras pessoas em situação de vulnerabilidade social e preconceito de gênero nas redes de ensino superior.

 

20h – Sessão da Noite

  • “Rio Doce, de Pedro Serra e Hermano Beaumont” – O documentário ‘Rio Doce, histórias de uma tragédia’ mostra como o desastre da barragem da Samarco, na cidade de Mariana (MG), afetou a vida das pessoas ao longo do Rio Doce, causando uma série de tragédias ao longo de 500 quilômetros. Da destruição e morte próximo ao epicentro até as questões sociais, econômicas e ambientais que levarão muitos anos para serem equacionadas, o filme traz um retrato humano das pessoas atingidas pelo desastre. ‘Rio Doce, histórias de uma tragédia’ é um filme de imagens impressionantes, personagens emocionantes e histórias de superação, resiliência e coragem.

 

29/07 – Sábado

16h – Universo Particular – Mulheres

  • “As Novas Severinas”, de Eliza Capai – Acompanhamos mulheres do Sertão Nordestino que recentemente viraram beneficiarias de programas de renda contra a pobreza. Partimos da pesquisa de Walquiria Domingos Leão Rego e Alessando Pinzani que afirma que o Bolsa Família está iniciando um processo de autonomia feminina no sertão brasileiro. Investigamos as mudanças decorrentes das mulheres passarem a receber a única renda fixa em suas famílias e saírem da linha de miséria.
  • “A primeira vez de uma mulher”- Três brasileiras pioneiras, que lutaram para exercer pela primeira vez uma função antes apenas permitida a homens ilustram a trajetória da luta feminina do início século XX aos dias de hoje.
  • “Não me sinto segura na internet”, de Nina Weigrell – A história de quatro meninas expostas na internet, as consequências, o respaldo legal e social para esse tipo de agressão e fala também sobre mecanismos de proteção que nascem nessa mesma internet.
  • Entrevista: Rap e Machismo/ Tássia Reis” - A temporada da série Entrevista fala de “Cultura, questões étnico-raciais e juventudes”. Neste episódio, a apresentadora Djamila Ribeiro, feminista e mestre em filosofia, recebe a cantora e compositora Tássia Reis.

 

18h – Revista Pessoa: Pessoa Futura

Bate-papo com Noemi Jaffe, Paula Fábrio e Adelaide Ivánova. Encontro mediado por Leonardo Tonus

 

20h – Sessão da Noite

  • Ouvidores de Vozes”, de Bruno Tarpani – Isabel, Reginaldo e Marlene escutam vozes e têm seu dia a dia retratado no documentário Ouvidores de Vozes. Vencedor do Pitching Doc Futura de 2016, o filme coloca em discussão o tratamento psiquiátrico no sistema de saúde do país através da trajetória de seus personagens, passando desde o diagnóstico médico, até por crenças religiosas e isolamento social.

 

30/07 – Domingo

16h – Territórios em Trânsito I

  • “Juventude Coletiva” – O filme discute o papel desempenhado pela juventude no desenvolvimento de seus territórios e na formação de alternativas culturais em lugares que não são vistos como polos de produção de cultural.
  • “Diz Aí: Identidade Amazônida – Jovens das cidades da Amazônia discutem a identidade através da religião, da sexualidade, das questões de gênero e até pelo modo de se vestir. Neste episódio, vemos que ser jovem na Amazônia é ser diverso.
  • “Diz Aí Fronteiras II: Fronteiras do Preconceito” – As diferentes formas de preconceito sofridas pelos jovens, seja pela cor da pele, estética, opção sexual ou estilo de vida. Como os cidadãos fronteiriços são tratados pela população das regiões centrais de seus países. Os preconceitos sofridos pelos jovens e os modos como são representados pela sociedade e pela mídia.
  • Entrevista – Ana Paula Lisboa” – A temporada da série Entrevista fala de “Cultura, questões étnico-raciais e juventudes”. Neste episódio, a apresentadora Djamila Ribeiro, feminista e mestre em filosofia, recebe a escritora e colunista Ana Paula Lisboa.

 

 

Museu da Língua Portuguesa na Flip

 

A língua portuguesa está em festa. Na 15ª edição da Flip, o Museu da Língua Portuguesa celebrará o idioma por meio de uma exposição, rodas de conversa, oficina literária e apresentações artísticas. No Salão Nobre da Casa da Cultura de Paraty, uma instalação audiovisual, aberta ao público até 27 de agosto, vai recriar a experiência-símbolo do Museu: a Praça da Língua, espécie de “planetário do idioma” que homenageia a língua escrita, falada e cantada, em um espetáculo de som e luz. A experiência recupera extratos do áudio original do Museu, criado com curadoria de Arthur Nestrovski e José Miguel Wisnik. A exposição também vai mostrar os avanços na restauração do museu, atingido por um incêndio em dezembro de 2015.

 

A mesa de abertura da exposição “Praça da Língua” será realizada na sexta-feira, 28 de julho, às 11h. Batizada com um verso de Fernando Pessoa, “Que o mar unisse, já não separasse”, contará com convidados como o editor e livreiro português José Pinho, que transformou a cidade portuguesa de Óbidos em vila literária; a editora da Revista Pessoa, Ana Elisa Ribeiro; a tradutora literária australiana Alison Entrekin, radicada no Brasil; e a jornalista Luciana Araujo Marques. A mediação será do professor da Sorbonne Leonardo Tônus, idealizador do evento Printemps Littéraire, maior evento de divulgação da língua portuguesa na Europa. A programação, aberta ao público e com entrada franca, é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho, da EDP e do Grupo Globo.