Em 2006, o Telecurso 2000 começou um novo ciclo. A FIESP e a Fundação Roberto Marinho lançaram uma série de medidas para intensificar sua abrangência: ampliação de conteúdos e inclusão de novas ações, disciplinas e tecnologias. Nasceu, assim, o Novo Telecurso , um investimento de enorme relevância social para os próximos 10 anos.
O programa intensificou o objetivo de enfrentar os três principais problemas da educação no Brasil – a aceleração de estudos, a oferta de ensino em lugares onde não é possível adotar o modelo convencional e a educação de jovens e adultos – e consolidou-se como política pública de ensino em cinco estados brasileiros: Acre, Amazonas, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro e no Distrito Federal.
O currículo é o mesmo do ensino regular, aprovado pelo MEC e foram incluídas disciplinas como Filosofia, Artes Plásticas, Música, Teatro e Sociologia , que passaram a integrar os materiais do ensino médio.
Foram criados também novos livros para professores e alunos. No do professor, além de informações sobre os conteúdos abordados com os alunos, estão sugestões de atividades para apoiar o planejamento das aulas e a aplicação dos instrumentos de avaliação do desempenho dos estudantes. Já no livro de atividades dos alunos estão sugestões e experimentações e pesquisa, e também orientação para auto-avaliação, com a qual o estudante pode acompanhar o próprio desempenho, fortalecendo sua autonomia na aprendizagem.
Foi criado ainda um portal sobre o Novo Telecurso que funciona como um ambiente de relacionamento entre alunos e professores. Já o blog Conversa com a gente registra as experiências do Novo Telecurso para compartilhá-las com todo Brasil.
Metodologia - O diferencial do programa está na abordagem e na contextualização. O Telecurso trabalha com a construção coletiva do conhecimento, correlacionando conceitos teóricos com o dia-a-dia dos alunos, o que possibilita uma abordagem interdisciplinar e aumenta o prazer de aprender.
Os professores são responsáveis pela mediação pedagógica nas salas de aula e também pelos projetos pedagógicos complementares, como dias temáticos, aulas-passeio, mostras culturais, entre outros.
Eles participam de um processo de formação continuada na metodologia e são acompanhados sistematicamente nas suas práticas diárias em sala de aula. Cada professor passa a se dedicar a apenas uma telessala durante todo o ano letivo. Graças a essa proximidade, ele pode conhecer melhor seus alunos e construir uma relação baseada em confiança e respeito, um dos fatores que reduz as taxas de evasão escolar. O aluno deixa de ser um número e passa a ter nome, endereço e história.
Toda a experiência da Fundação Roberto Marinho em formar equipes que unem a teoria à prática fez dela uma referência nacional na formação e no aperfeiçoamento de recursos humanos na área da educação.
Visite o site do Telecurso
Parceiros: Fiesp, Sesi-SP e Senai-SP
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