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A Fundação
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Com sua tradição, alcance e pioneirismo, a Fundação Roberto Marinho está presente em todas as regiões do país, da amazônia à costa litorânea, valorizando a cultura e a identidade nacionais. Criada em 1977 pelo jornalista Roberto Marinho, a instituição já formou milhares de brasileiros por meio do Telecurso, um programa de TV que oferecia aulas pela televisão a quem queria e precisava concluir a escolaridade básica.

 

A partir de 1995, foi desenvolvida uma nova fase do programa com o objetivo de corrigir a defasagem idade-ano de jovens e adultos a partir da 5ª série do ensino fundamental até a segunda série do ensino médio. Em 2008, num novo ciclo, o Telecurso incorporou os avanços e conhecimentos da produção científica, histórica e cultural dos anos recentes. Os conteúdos foram ampliados e novas disciplinas passaram a fazer parte do programa. O Telecurso transformou-se, então, numa metodologia reconhecida pelo Ministério da Educação e adotada por redes públicas de ensino, empresas e outras instituições.

 

A Fundação Roberto Marinho desenvolve também metodologias educacionais em redes sociais de aprendizagem colaborativa, utilizadas na Educação Profissional Inicial (qualificação) ou Continuada (formação de professores) e na Educação Profissional Técnica de nível médio. Assim, combinando ensino presencial e a distância, desenvolveu o Multicurso – programa adaptável a diferentes contextos, como o ensino da Matemática nos níveis Fundamental e Médio e a gestão de bacias hidrográficas – e o Telecurso TEC, para a educação profissional técnica de nível médio. Desenvolveu o Programa Qualifica para atender na modalidade presencial às necessidades de educação profissional inicial de jovens e adultos.

 

Nesses 30 anos de atuação, trabalhando nas áreas ambiental, educacional e cultural, a Fundação tem criado modelos e metodologias que são replicados por meio de parcerias com agentes públicos e privados. O objetivo é criar matrizes que garantam a sustentabilidade dos programas e ajudem a transformar as pessoas em protagonistas de suas próprias vidas.
A experiência em comunicação e educação levou à criação do Canal Futura, um projeto social de comunicação 24 horas no ar que tem a cara multicultural do Brasil. Sua programação inclui temas de interesse público, como educação, direitos humanos, saúde, juventude e cultura. Totalmente mantido pela iniciativa privada, o Futura está presente em todo o país, na tela e fora dela. O canal pode ser assistido via antenas parabólicas, cabo e canais abertos. Seu conteúdo também é trabalhado, com fins educacionais, por milhares de comunidades, por meio de parcerias com ONGs, empresas, universidades e outras instituições.

 

Num país que abriga 60% da Floresta Amazônica, uma em cada 10 espécies de plantas ou animais existentes, 6 biomas e 12% de toda a água doce do mundo, a Fundação Roberto Marinho mantém há mais de 20 anos no ar o Globo Ecologia, primeiro programa de televisão totalmente voltado à área ambiental. Influenciada pelo compositor Tom Jobim, que teve a natureza como fonte de inspiração, criou uma série de programas de educação ambiental sobre os biomas brasileiros, entre eles o Tom da Amazônia e Tom do Pantanal.


Pensando em como cada descoberta científica pode mudar a nossa forma de viver no planeta e na importância de estimular o investimento nas ciências no país, a Fundação é parceira, há mais de 30 anos, do Prêmio Jovem Cientista, instituído pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em 1981.
Recentemente, a Fundação criou o Florestabilidade, que objetiva despertar vocações para carreiras em manejo florestal, difundir o uso sustentável das florestas e oferecer recursos pedagógicos para professores e técnicos extensionistas da Amazônia.

 

Acreditando que preservar a memória e a cultura é também uma forma de educação, a Fundação fez campanhas de preservação do patrimônio, restaurou prédios, monumentos e documentos e propôs soluções para a sustentabilidade de cada um. Nessa caminhada, percebeu que patrimônio não é apenas o prédio, mas tudo aquilo que é criado e dá identidade a um povo. Assim, criou o Museu da Língua Portuguesa, o primeiro do mundo dedicado a uma língua, o maior patrimônio imaterial de uma nação. Também concebeu o Museu do Futebol, que conta a história do país pelo viés sociológico do futebol.

 

Três novos projetos da Fundação, os museus que serão inaugurados no Rio de Janeiro vão ser a síntese de toda a trajetória da instituição. O Museu da Imagem e do Som, o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio vão aliar educação, sustentabilidade, preocupação com o meio ambiente, tecnologia, meios de comunicação e cultura. Todos valores idealizados pelo seu fundador, há mais de 30 anos, como forma de planejar um futuro melhor para o país.


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