Que abuso é esse?

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A violência sexual contra crianças e adolescentes é o tema da série ‘Que Abuso é Esse?, desenvolvida a partir de uma parceria técnica do Futura com a organização não-governamental Childhood Brasil. Com linguagem lúdica, bonecos de marionete aprofundam o debate sobre uma das mais graves violações dos direitos de crianças e adolescentes.

‘Que Abuso é Esse?’ é uma realização do Canal Futura com a Fundação Vale, parceria que já resultou em outras séries com a temática dos direitos humanos: ‘Que Trabalho é Esse?’, acerca do trabalho escravo; ‘Que exploração é essa?'; sobre exploração sexual; e ‘Que direito é esse?’, voltado para discriminação racional e assédio moral no ambiente de trabalho.

As séries são resultado do trabalho de articulação e do diálogo com instituições de referência no assunto. Os debates ajudam a definir o conteúdo dos programas: o que deve ser tratado, como tratar e como encaminhar as situações de violência contra a criança e o adolescente, em uma perspectiva positiva para encontrar soluções.

Mobilização

Mais do que a exibição na tela do Futura, os programas servem de insumo a debates presenciais e virtuais, além de nortearem atividades de formação de agentes que lidam com direitos de crianças e adolescentes. A série ‘Que abuso é esse?’ também fará parte das ações educacionais e de mobilização social promovidas pela Fundação Vale por meio de seu programa social de enfrentamento à violência sexual infantil, Proteger é Preciso, nos estados de atuação da Vale.

As séries são resultado de extenso trabalho de pesquisa e de ações voltadas para a sociedade civil. O conteúdo do ‘Que Abuso é Esse?’ foi desenvolvido a partir de reuniões realizadas com 55 organizações integrantes da rede de proteção à criança e ao adolescente dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, desde 2009. Ele integra o projeto ‘Crescer sem Violência’ – que inclui também, a série ‘Que Exploração é Essa?’.

Mesmo fora do ar, a série “Que exploração é essa?” continua sendo utilizada em campo. Ela aborda de maneira inédita o problema da exploração sexual infanto-juvenil, que atinge milhões de meninas e meninos no mundo todo.Toda a produção do programa foi acompanhada, discutida e avaliada por mais de 30 ONGs e instituições de referência na área – como a WCF Brasil, a Casa de Passagem, de Pernambuco e a ONG Lua Nova, de São Paulo – e por jovens que foram vítimas de abusos.

Abuso sexual tratado de forma lúdica
Marionetes abordam o tema
Série resulta de debates com a sociedade
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